Grávida vai parar em UPA e caso revela triângulo amoroso com dois companheiros morando na mesma casa em Cuiabá

· 2 minutos de leitura
Grávida vai parar em UPA e caso revela triângulo amoroso com dois companheiros morando na mesma casa em Cuiabá

Mulher negou agressão à Polícia Militar e afirmou que se feriu durante uma tentativa de tirar a própria vida; versões apresentadas pelos envolvidos são contraditórias.

Na noite desta segunda-feira (2), uma ocorrência inicialmente tratada como possível violência doméstica terminou revelando uma situação inusitada envolvendo um relacionamento entre três pessoas em Cuiabá.

GRUPO LAPADA

LAPADA LAPADA 13
WhatsApp Group Invite

A Polícia Militar foi acionada para comparecer a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), após informações de que uma mulher grávida teria dado entrada na unidade com ferimentos supostamente provocados por agressões do companheiro.

Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a mulher e um dos homens apontados como seu companheiro. Durante as entrevistas realizadas pela equipe, surgiram informações que chamaram a atenção dos militares.

A mulher negou ter sido vítima de agressão e relatou que os ferimentos ocorreram durante uma tentativa de tirar a própria vida. Segundo ela, o homem tentou retirar uma faca de suas mãos e, durante a situação, ela acabou caindo e se machucando, sendo necessário o encaminhamento para atendimento médico devido à gestação.

Já na Central de Flagrantes (CISC), versões divergentes foram apresentadas pelos envolvidos. O atual companheiro afirmou que outro homem, que também mantém relacionamento com a mulher, seria usuário de entorpecentes e o responsável pelas agressões.

Conforme relato dos próprios envolvidos, a mulher manteve relacionamento com um homem por aproximadamente cinco anos. Após o fim da relação, ela iniciou um novo relacionamento, porém continuou mantendo contato e encontros com o ex-companheiro.

Segundo o atual parceiro, ao descobrir que a mulher continuava se relacionando com o ex, decidiu convidar ambos para morarem juntos na mesma residência. Desde então, os três estariam convivendo no mesmo imóvel, dividindo despesas domésticas.

A Polícia Militar registrou a ocorrência e o caso deverá ser apurado pelas autoridades competentes para esclarecer as circunstâncias dos ferimentos apresentados pela gestante e verificar se houve ou não a prática de algum crime.

As versões apresentadas pelos envolvidos são contraditórias e a investigação seguirá para esclarecer os fatos.